segunda-feira, 30 de julho de 2012

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) condenou o município de Cascavel, no oeste do Paraná, a pagar R$ 10 mil a um guarda municipal que alegou ter sido ofendido pelo superior hierárquico.
Segundo o TJ-PR, o chefe imediato do guarda disse palavras consideradas depreciativas, no ambiente de trabalho, na frente de várias pessoas, com o intuito de diminuir a reputação do profissional. O caso foi configurado como assédio moral.
A decisão do TJ-PR reiterou a condenação que a prefeitura já havia recebido em primeira instância, mas reduziu o valor arbitrado pela  1ª Vara Cível da Comarca de Cascavel. Para o desembargador, o chefe imediato do guarda municipal agiu abusivamente contra o servidor público. Ele considerou ainda que as palavras utilizadas pelo superior ofenderam o guarda municipal.
Segundo o relatório do desembargador Paulo Roberto Vasconcelos, “é irrelevante que não tenham sido registradas 'palavras de baixo calão', chamadas palavrões, eis que, no ambiente de trabalho, na presença de colegas do autor, ele foi ofendido, desmerecido quanto à sua qualidade profissional, isso bastando à configuração do assédio moral”.
A assessoria da prefeitura de Cascavel informou que aguarda o recebimento da intimação para poder se manifestar sobre o assunto. Ainda de acordo com a prefeitura, a ação judicial é da gestão anterior.
fonte da notícia: G1.globo.com
imagem: google.com

domingo, 22 de julho de 2012

Parábola dos sete vimes: ATENÇÃO GUARDAS! A união faz a força!


Era uma vez um pai que tinha sete filhos. Quando estava para morrer chamou todos os sete e lhes disse:
– Filhos, já sei que não posso durar muito, mas antes de morrer quero que cada um de vocês vá buscar um vime seco e traga aqui.
– Eu também? – perguntou o mais jovem, que só tinha quatro anos. O mais velho tinha vinte e cinco e era um rapaz muito forte; o mais valente da freguesia.
– Tu também – respondeu o pai ao mais jovem.
Saíram os sete filhos; pouco depois retornaram, trazendo cada um o seu vime seco.
O pai pegou no vime que trouxe o filho mais velho e o entregou ao mais novo dizendo-lhe:
– Parta este vime!
O pequeno partiu o vime facilmente.
Depois o pai entregou o outro ao mesmo filho mais novo e lhe disse:
– Agora parta também este!
O pequeno partiu o vime; depois partiu, um a um, todos os outros. Após partir o último, o pai disse outra vez aos filhos:
– Agora tragam outro vime aqui.
Os filhos tornaram a sair; logo estavam outra vez ao pé do pai, cada um com o seu vime.
– Agora me deem aqui – disse o pai.
E dos vimes todos fez um feixe, atando-os com um nó bem firme. Voltando-se para o filho mais velho, o mais forte, disse-lhe assim:
– Toma este feixe! Parta-o!
O filho empregou toda a força que tinha, mas não foi capaz de partir o feixe.
– Não podes? – perguntou ele ao filho.
– Não, meu pai, não posso.
– E vocês todos juntos são capazes de partir este feixe de vimes? Experimentem!
Não foram capazes de partí-lo.
O pai lhes disse então:
– Meus filhos, o mais pequenino de vocês partiu sem lhe custar nada todos os vimes, enquanto os partiu um por um; e o mais velho e forte de vocês não pôde partí-los todos juntos; nem vocês, todos juntos, foram capazes de partir o feixe. Pois bem, lembrem-se disto e do que lhes direi: enquanto estiverem unidos, como irmãos que são, ninguém zombará de vocês, nem contra vocês fará mal ou vencerá. Mas caso se separem ou reine entre vocês a desunião, facilmente serão vencidos.