segunda-feira, 11 de junho de 2012

"Os homens podem dividir-se em dois grupos: os que seguem em frente e fazem alguma coisa e os que vão atrás a criticar." (Sêneca)

 Acho que a maioria das pessoas já ouviu dizer que quando temos algo que não aceitamos em nós e vemos esse defeito em outra pessoa, isso nos causa um incômodo intenso. E muitas pessoas vão externar esse incômodo atacando o outro, criticando, julgando. A necessidade de se elevar, de se sentir superior levando a uma irresistível vontade de falar dos defeitos alheios como se disséssemos “eu sou melhor do que fulano que tem tal defeito”. Gostaria de dizer para aquele cidadão que trabalha na PREFEITURA MUNICIPAL, que criticar é fácil, quero ver fazer, então "senhor critico" ao invés de criticar porque não tenta ajudar a melhorar! Espera ai que eu lhe digo porque você não ajuda, é porque não tem competência!!!
O que nos leva a falar mal dos outros 

Esta é uma prática absolutamente comum entre todos nós. Alguns em maior grau, outros em menor, mas todos falam mal dos outros. Os que falam pouco recriminam os que falam muito. Nas rodas de conversa com os amigos, em família, sempre há fofoca e comentários “maldosos”. Às vezes o fato é verdadeiro e a pessoa de quem se fala tem realmente característica negativas (mas quem não as tem?), mas a questão não é essa. A questão é: Por que será que as pessoas fazem isso e sentem vontade de falar mais dos defeitos do que das qualidades? Por que será que isso é tão comum? Chego a dizer que é quase irresistível para a maioria das pessoas. Por que será que dá certo prazer em falar mal de alguém? Difícil é a gente ver uma roda de conversa onde predomine o elogio e pessoas falando bem dos outros, se esquecendo de falar dos defeitos. Não seria interessante esse comportamento? Não falar dos defeitos e somente falar das qualidades? Poderíamos escolher pessoas com muitas virtudes e gastar muito tempo falando bem delas. Ou mesmo uma pessoa que tivesse muitos defeitos, poderíamos escolher falar somente de suas qualidades. Mas isso não tem graça, a conversa não fica interessante. Causa até mal-estar nos outros. Geralmente, quando alguém faz um comentário de elogio, outra pessoa (ou a mesma pessoa que fez o elogio) fala logo em seguida “Fulano faz isso de bom, mas também tem esse outro lado assim, e assim...” Isto tem a ver com a forma como nos sentimos. Quando mais nos sentimos bem a nosso respeito, menos teremos vontade de apontar os defeitos alheios. Quanto mais insatisfeitos, mais teremos esta tendência. E isso ocorre por um fato muito simples. Ao falar mal de alguém, temos uma sensação falsa de que somos melhores. Dá um sentimento temporário de superioridade. É uma necessidade de nos elevarmos e isto é feito através do rebaixamento dos outros. Quando sentimos vontade de falar mal de alguém temos um momento ideal para a auto-observação e análise dos sentimentos. Pode ser que os defeitos do outro nos incomode, mas pode ser também que sejam as qualidades da outra pessoa que nos causam ciúme, inveja, raiva. Em qualquer um dos casos o importante é reconhecer que existe algo de negativo em nós que veio à tona. Esses momentos são ideais para fazer rodadas de autoaplicação da EFT – Emotional Freedom Techinques. A técnica é bem simples e tem uma ação muito rápida. Normalmente conseguimos eliminar o sentimento que nos leva a falar mal da pessoa em poucos minutos, o que irá mudar nosso comportamento naturalmente. Pense bem agora em uma pessoa que você tem vontade de falar mal. É preciso avaliar: estou com raiva? Com inveja? Me sinto incomodado? Me sinto ameaçado (na vida profissional, na vida afetiva)? Preciso me elevar? Qualquer que seja a resposta é um sentimento interior, negativo e que pode e deve ser eliminado. E devo dizer que, para isso, não conheço ferramenta mais fácil e rápida do que a EFT. Identificar o sentimento negativo é a parte mais difícil. Depois que isto é feito, a técnica pode ser aplicada com facilidade. Com a aplicação regular da EFT o que acontecerá é que ficaremos cada vez mais tranquilos, seguros, confiantes e isto irá se refletir no nosso comportamento. A ansiedade diminui e a vontade de comentar coisas negativas também. O elogio a terceiros passará também a não nos incomodar e será motivo até de alegria. Você passará até a ver mais as qualidades da pessoa de quem antes só via defeitos e vai passar a compreender melhor os defeitos alheios com menos julgamento. Isto é um exercício diário que poderia ser feito a vida inteira. Utilizando a EFT ocorrerão progressos incrivelmente mais rápidos do que quando usamos somente a reflexão. A reflexão é boa para identificarmos os sentimentos negativos e a EFT é a ferramenta para eliminá-los. Mudar os sentimentos simplesmente através do esforço consciente também produz resultados, porém de forma muito lenta e gradual, levando-se meses ou anos para se obter uma diferença significativa.

AUTOR: André Lima

domingo, 10 de junho de 2012

FORÇA TÁTICA DA GM CRISTALINA EM AÇÃO.


NESTA SEXTA-FEIRA DIA 08 DE JUNHO O GRUPO DA FORÇA TÁTICA DA GUARDA MUNICIPAL DE CRISTALINA SE DESLOCOU ATÉ CAMPOS LINDOS( MARAJÓ), ONDE REALIZOU PATRULHAMENTO TÁTICO OSTENSIVO, O OBJETIVO ERA ENCONTRAR ARMAS OU DROGAS, ENQUANTO QUE OUTRAS EQUIPES DA GMC PERMANECERAM EM CRISTALINA EM PATRULHAMENTO PELA CIDADE. SEGUNDO INFORMOU O CMT. DA GUARDA MUNICIPAL SRº LUIS CESAR MARQUES, COM O AUMENTO DO EFETIVO DA GMC ESTE TRABALHO DEVERÁ SER INTENSIFICADO, E REALIZADO TAMBÉM DE FORMA INTEGRADA COM OUTRAS FORÇAS DE SEGURANÇA.
GUARDA MUNICIPAL DE CRISTALINA SEMPRE PRONTA PARA ATENDER A POPULAÇÃO.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

COMISSÂO APROVA PROJETO QUE REGULAMENTA A ATUAÇÃO DAS GUARDAS MUNICIPAIS. 06/06/2012 20:58












A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou o Projeto de Lei 1332/03, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que regulamenta as atribuições e competências das guardas municipais. O texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Fernando Francischini (PSDB-PR), segundo o qual a guarda não pode ter efetivo superior a 0,5% da população do município.

Um dos pontos mais polêmicos é o que autoriza o porte de arma para os guardas municipais. O texto original prevê a concessão de porte em caráter permanente, enquanto o substitutivo aprovado abre apenas a possibilidade para a autorização, e determina que essa prerrogativa deve respeitar as normas estaduais e municipais.
“Há uma tendência para armar as guardas. É preferível, portanto, que as guardas municipais utilizem armamento menos letal como regra e arma de fogo nos casos justificadamente necessários”, defendeu o relator.
Francischini explicou ainda que excluiu a obrigatoriedade do uso de coletes a prova de balas, pois trata-se de uma decisão de gestão, que deve ser tomada conforme a necessidade e as condições de cada município.
O substitutivo mantém a exigência de corregedorias próprias; planos de cargos e salários; direção ocupada por servidor de carreira; viaturas na cor azul e controle externo por conselhos municipais de segurança. “Decidimos manter ainda a criação de centros de formação, mesmo mediante convênio ou consórcio. No caso da carga horária mínima, propusemos 480 horas para formação, em vez de 600”, completou o relator.
Foram aprovados ainda os projetos de lei 5959/05, 4821/09, 7937/10 e 201/11, apensados. A comissão rejeitou os PLs 2857/04, 3854/04, 7284/06, 1017/07, 3969/08, 6665/06, 4896/09 e 6810/06, que também tramitam em conjunto.
Tramitação
A proposta foi aprovada pela Comissão de Segurança no último dia 30 de maio e ainda será analisada, em regime de prioridade e em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Jaciene Alves
Edição – Daniella Cronemberger

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sábado, 2 de junho de 2012

FINALMENTE DEPOIS DE NOVE ANOS DE REJEIÇÃO FOI APROVADO RELATÓRIO DE REGULAMENTAÇÃO DAS GUARDAS MUNICIPAIS

 
Nove anos depois, mais de dez relatórios rejeitados e, nesta quarta-feira (30), a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o relatório do deputado Fernando Francischini, do PSDB do Paraná, pelo Projeto de Lei 1.332/2003, de autoria do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP).
Durante a leitura do relatório, o relator ressaltou que o texto foi trabalhado em conjunto com os membros da Comissão de Segurança e com a Secretária Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. “O texto avançou e finalmente aprovamos uma regulamentação para este importante segmento social que vai refletir positivamente na segurança pública de nosso país”, disse Francischini.
Segundo o deputado, a lei vai permitir que os guardas municipais exerçam suas atividades em harmonia com as Polícias Militar, Civil e Federal, em trabalho conjunto e integrado, proporcionando maior eficácia na manutenção da ordem pública. Francischini destacou como principais pontos do projeto, a segurança jurídica dos profissionais no exercício de suas funções e o aumento na prevenção da criminalidade.
Muitos servidores das guardas de diversos municípios brasileiros estiveram na reunião ordinária da comissão aguardando leitura e aprovação do relatório.